quinta-feira, 19 de novembro de 2009
ela devia ter desconfiado, estava cega pela felicidade que futuramente desejava viver. ela pensava que ia dar certo, mas a vida mais uma vez, com seus golpes, mostrou o contrário. mas ela devia saber que maiz uma vez algo aconteceria, como sempre. não se sabe mais ser otimista, é como se ela sempre estivesse que estar preparada para o pior. e assim, suas falsas esperanças se foram, assim como o sorriso em seu rosto, que deu lugar há novas lágrimas em seus olhos.
sábado, 14 de novembro de 2009
espelho
não consigo fingir. não consigo falar quando gosto do silêncio, não consigo sorrir para pessoas que eu sei que querem o meu mal, que não sabem o meu valor. se por um lado tenho dificuldades em demonstrar um sentimento bom que há em mim por alguém, se tenho dificuldades de expressar o que eu sinto por medo, por outro lado, não consigo esconder quando meu coração se desmancha. é o que eu queria que fosse exatamente ao contrário. mas é inevitavel. eu não consigo fingir, meus olhos me entregam, como se fossem um espelho, refletem a minha alma, que é prisioneira da minha dor.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
pressa
é como se eu estivesse perdendo tempo, guardando a minha vida pra depois. e talvez eu vá me arrepender disso algum dia. é como se meus sonhos estivessem guardados em uma caixa, trancada á sete chaves que eu ainda não quero abrir, pois ainda não me sinto preparada o bastante para vive-los como quero, sem medo. pois assim, nada no mundo poderia me impedir, pois eu seria forte o bastante, seria meu próprio escudo contra as coisas ruims que querem me fazer sangrar. mas enquanto isso não acontece, vou colocando minhas esperanças em um tempo que virá. e talvez isso seja mais um erro. sinto-me como um passaro que quer abrir as asas pra voar, mas tem medo de cair. talvez eu precise de alguem que me liberte, de alguem que seja meu remedio, que me acorde pra realidade e me dê motivos para ver a vida de um modo mais positivo e seguro, ou talvez, a chave pra tudo isso esteja apenas em mim mesma, eu não sei. só o que sei é que tenho sede de uma vida nova. e as minhas lágrimas, bem, elas traduzem a minha pressa.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
indecifravel
há quem julgue sem saber e me frustra não poder mostrar a verdade. e é como se eu não fosse forte o bastante pra lutar contra isso. queria que todas essas bocas se calassem. ou melhor, eu queria simplesmente não escuta-las, e poder levar a vida ao meu modo, sem medo dos julgamentos. pois a verdade, é que a maioria dessas pessoas só quer trazer a dor e o desentendimento. mas, nimguém tem o direito de dar opiniões, nem sujar a vida de nimguém. muitos tiram suas proprias conclusões, mas nimguém tem o direito de dizer qual o valor de uma pessoa, ou julgar do que ela é ou não capaz. pois nimguém sabe o quanto ardeu cada lagrima ou como nasceu cada sorriso.por mais que as vezes seja dificil fingir, nossos pensamentos e sentimentos vão muito mais além do mostramos em nossa face. se as vezes somos um enigma pra nós mesmos, quem são os outros pra adivinhar o que acontece dentro de nós, ou julgar nossos atos? só nós sabemos o motivo deles. é uma coisa particular de cada um. só você pode conhecer a ti mesmo. e os outros, bem, eles não sabem nem metade do que realmente se passa.
o que me falta
tem coisas que parecem tão fáceis pra outras pessoas, mas não pra mim. não sei se o que há de errado, talvez seja eu que dificulto tudo com esse meu medo idiota. sinto como se mil cordaz me amarrasem a um mundo que só existe na minha cabeça, me impedindo de viver a minha vida de verdade, é como se eu não conseguisse ser eu mesma. eu queria poder ser forte e só precisar de mim mesma, queria poder confiar em mim, e assim, nada, nem nimguém poderia me abalar. queria ser realista, ter os pés no chão e não ficar esperando nada das pessoas ao meu redor, não queria que meu coração se partisse apenas com poucas palavras, nem que eu desistisse no primeiro obstaculo. e essas pessoas, todas essas pessoas que julgam sem saber, não sabem o que eu realmente sinto. mas eu queria simplesmente não me importar.
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